domingo, 18 de janeiro de 2009

Veneza - me - quer.

foi uma luta te manter em meus planos,
quase te perco.
acordo bem cedo e sigo em sua direção,
seus ares finos e gelados me envolvem e viro um vento seu.
o que vejo: caminhos, às vezes um varal, portinhas de meu tamanho, sou sua.
eu provo seus doces, você me tira leviandades.
eu quebro sua máscara e a levo em pedaços comigo,
eu fico a olhar o que resulta de seus labirintos.
na volta eu penso em voltar, assim que me vejo sem você, te vejo em fotos que acabo de perder.
parece que você me quer.
é tão claro: Veneza quer que eu volte,

e eu voltarei.

[eu]

2 comentários:

  1. veneza que NOS aguarde hehehe =P

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  2. Ah parte em que você quebra a máscara é a melhor. A expressão do vendedor foi algo assim indiscritível!
    A cara dele olhando aquele pequeno objeto de gesso quebrado no chão... coitado, nem piscava direito.

    Com certeza Veneza teve mais importância do que tudo. Você lembra daquele papo de desapegar? Bleh, deixa ele para lá. Tem que tirar foto sim, e muitas fotos alias. A memória pode ser uma coisa incrível mas a quantidade de informação que agente absorve todos os dias, todos as horas é muita! Não há memória que aguente... e por consequência você acaba esquecendo muitas coisas. E infelizmente ainda não foi criado nenhum dispositivo que pudesse fazer com que controlassemos o que seria esquecido ou não. As fotos trazem muitas recordações que ficam lá escondidas!
    Tudo bem. Veneza temos 5 ou 6 fotos? Mas com essas já podemos lembrar de como era ter MAIS!
    HAHAHA brincadeira.

    Veneza ficou na minha memória como:
    Veio me ver e não levou lembrança? Então volte!

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